Eu ia cantar algo
Que não a pedra
Eu ia cantar a palavra
Que as vezes também dura
Pode mover mais
E se move.
Se a palavra vivesse no mar
Moveria ainda mais
Nada a deteria
Nem mesmo a densidade da água
Nem mesmo o transpassar da correnteza
E se vivesse no espaço
Não teria obstáculos como o tempo
Percorreria ao sabor da sua vontade
E teria vantagem de tão próxima
Dos astros que mesmo de longe ja eram seus.
E com certeza
Seria a dela a mais estudada
VVVVVVVelocidade
Por sua luz ultrapassar sentidos múltiplos
E seu som ter mais tons que qualquer cor
E quando cantada
A palavra então encontraria seu ápice
Seria nossa cura em essência
A nossa frátria,
A maior de todas as ciências.
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